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05/12/2021 às 09h43min - Atualizada em 05/12/2021 às 09h43min

Reprise de “O Cravo e a Rosa” inaugura nova faixa de novelas da Globo

Exibida originalmente em 2000, “O Cravo e a Rosa” já foi reprisada em 2003 e em 2013 no “Vale a Pena Ver de Novo” e em 2019 no Canal Viva, além de estar disponível para os assinantes do Globoplay.

Da Redação
GB Edições
“O Cravo e a Rosa”, estrelada por Eduardo Moscovis e Adriana Esteves com seus inesquecíveis personagens Petruchio e Catarina, é a primeira obra a ser exibida na faixa que irá reverenciar tramas clássicas do horário das seis e sete / Foto: Arquivo GB
  
A partir de desta segunda, uma obra de grande sucesso que divertiu milhões de espectadores volta a ser exibida nas tardes da emissora inaugurando mais um horário destinado à teledramaturgia, desta vez com reprises de grandes sucessos mostrados originalmente no horário das 18 e 19 horas, ou seja, as famosas novelas das seis e das sete. “O Cravo e a Rosa”, de Walcyr Carrasco irá ao ar de segunda a sexta-feira, após o “Jornal Hoje”. Na sequência entra a “Sessão da Tarde” e, logo depois, o tradicional “Vale a Pena Ver de Novo” segue trazendo as grandes obras da dramaturgia, agora, privilegiando a reexibição de novelas originalmente exibidas às nove horas.

Comédia romântica inspirada no clássico “A Megera Domada”, de William Shakespeare, e com referências da novela “O Machão”, de Ivani Ribeiro, “O Cravo e a Rosa” é ambientada na São Paulo dos anos 1920 e narra o tumultuado romance entre o rude caipira Julião Petruchio (Eduardo Moscovis) e a geniosa Catarina Batista (Adriana Esteves), mulher rica e moderna, com ideais feministas. Filha do banqueiro Nicanor Batista (Luís Melo), ela é conhecida como ‘‘fera’’ por botar todos os seus pretendentes para correr. Catarina esbarra na teimosia cínica de Petruchio que, inicialmente, decide conquistá-la para salvar sua fazenda de ser leiloada com o dote do casamento. Em meio às contradições, eles acabam se apaixonando, mas não dão o braço a torcer e vivem às turras, protagonizando cenas muito divertidas, com discussões e brigas vulcânicas. 

Além da história central, a novela conquistou o público com as tramas paralelas e diversos personagens carismáticos, repletos de humanidade. O triângulo amoroso entre a irmã de Catarina, Bianca (Leandra Leal), o professor Edmundo (Ângelo Antônio) e o interesseiro Heitor (Rodrigo Faro), inspirado na peça Cyrano de Bergerac, escrita em 1897 pelo francês Edmond Rostand, também movimenta os capítulos. A relação do submisso Cornélio (Ney Latorraca) com a dissimulada e ambiciosa Dinorá (Maria Padilha) garantem momentos impagáveis. Ele morre de medo da esposa e, como um cordeirinho, faz tudo o que ela quer, inclusive cuidar da gata da sogra, Josefa (Eva Todor), mesmo tendo alergia a gatos. O bom-humor da trama é destacado especialmente no núcleo da fazenda de Petruchio, que mostra a vida na roça do interior de São Paulo. Calixto (Pedro Paulo Rangel) é como um pai para Petruchio, o que não impede que seja chamado de “asno” durante os acessos de fúria do patrão. Neca (Ana Lúcia Torre), fiel criada da fazenda, está sempre às turras com Calixto. Lindinha (Vanessa Gerbelli), sobrinha de Calixto criada desde pequena na fazenda, é apaixonada por Petruchio, que a trata como irmã. Para conquistá-lo, ela é capaz de qualquer golpe baixo. A jovem é o amor da vida de Januário (Taumaturgo Ferreira), um caipira ingênuo e de bom caráter, mas ela o humilha sempre que possível. No decorrer da trama, para separar Catarina de Petruchio, Lindinha se alia a Marcela (Drica Moraes), filha do poderoso fazendeiro Joaquim (Carlos Vereza). Ela chega da Europa disposta a conquistar o caipira, por quem se apaixonou no passado. As duas criam diversas armadilhas que acentuam ainda mais o temperamento explosivo do casal protagonista, garantindo novos momentos de muita diversão.

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