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24/11/2021 às 19h39min - Atualizada em 24/11/2021 às 19h39min

CIMAR reúne associados em Assembleia Geral para aprovar novo estatuto

Entidade ressurge para ampliar defesa da indústria maranhense

Coordenadoria de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Luiz Fernando Renner dirige nesta sexta a Assembleia Geral Extraordinária - Foto: Divulgação
 
SÃO LUÍS –
O presidente da diretoria provisória do Centro das Indústrias do Maranhão (CIMAR), vice-presidente executivo da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão e coordenador do Grupo de Trabalho “Pensar o Maranhão”, Luiz Fernando Renner, dirige nesta sexta (26/11), às 16h, na Casa da Indústria Albano Franco, a Assembleia Geral Extraordinária do CIMAR, com todos os associados. A pauta principal da reunião é a aprovação do novo Estatuto Social da entidade, com alterações principalmente na composição da diretoria, mandatos e abrangência econômica. 

 O Centro das Indústrias do Estado do Maranhão (CIMAR), entidade civil sem fins lucrativos, fundada em 1967, encontrava-se paralisado desde 2003. Este ano, retoma suas atividades reunindo empresas industriais, empresários, associações ligadas ao setor produtivo, bem como empresas que possuem, por objeto, finalidade diretamente relacionada aos interesses da indústria.  

 A proposta é que suas ações se sustentem na preservação dos interesses gerais da indústria e de seus associados, além de fomentar discussões, debates, levando até as autoridades competentes temas de interesse das classes produtoras, entre eles, gargalos, que impedem o desenvolvimento econômico do estado. 

 O presidente da diretoria provisória para a reativação do CIMAR, Luiz Fernando Renner, destaca que sua gestão tem como foco a atualização e modernização do Estatuto da organização, assim como a atração de novos sócios e promoção de processo eleitoral da nova diretoria. 

 “O CIMAR recebe agora a adesão de empresas industriais, empresários, associações ligadas ao setor produtivo, bem como empreendedores, para acionar ações sustentáveis diretamente relacionadas aos interesses da Indústria.  No passado, o CIMAR prestou importante serviço à classe industrial do nosso estado. Promoveu, na época, intensa agenda para discussão do desenvolvimento do Maranhão, incluindo o setor de oleaginosas e as cadeias produtivas de soja, fruticultura, ferro e alumínio. Foi uma contribuição valiosa para a formulação das políticas econômicas do estado. O novo CIMAR será um canal atuante na representação e defesa dos seus associados em nosso estado, contribuindo para um ambiente de negócio mais favorável e dinâmico, propício a esses novos tempos de tecnologia, inovação e a atração de grandes investimentos para o Maranhão”, destacou Renner.  

 ASSOCIAÇÃO – De acordo com a diretoria provisória, qualquer empresa que esteja ligada ao segmento industrial poderá associar-se. Empresas industriais ou agroindustriais, entidades sindicais e consultores que exerçam atividade industrial ou em atividades afins no nosso estado. Como os princípios de atuação e a linha de propostas são convergentes não existirá conflito entre as entidades. As duas perseguem a instalação de novas plantas industriais, geração de emprego e renda e a representatividade na defesa dos interesses do empresariado maranhense. 

 Após a escolha por votação, espera-se que a nova diretoria idealize projetos que possam indicar aos seus associados os melhores caminhos para o crescimento da indústria maranhense. Estudos diversificados que possam apontar cenários realistas para a expansão da produção industrial e preparar um caminho produtivo e competitivo para as empresas do nosso estado, tais como ampliar relacionamento com os principais agentes de desenvolvimento do estado, produção de estudos setoriais, oferta de crédito e potencializar a realização de negócios. Essa plataforma vem sendo disseminada e tem conseguido a adesão de novos associados.   

 “Precisamos da união dos segmentos que produzem e dos agentes governamentais. Somente com esse equilíbrio, as pautas e as demandas poderão ser avaliadas sob a ótica do crescimento da economia maranhense. E principalmente da necessidade de acionar programas que beneficiem as cadeias produtivas da indústria local”, finaliza Renner.  

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