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22/10/2021 às 12h15min - Atualizada em 25/10/2021 às 00h00min

Luíza Boê lança “Amanheci” com as participações de Illy e Flaira Ferro

Com produção de Kassin, o disco chega nos aplicativos de música através da Altafonte

SALA DA NOTÍCIA Ágata Cunha
Rodolpho Pupo

“Amanheci”, segundo álbum de carreira de Luíza Boê é uma MPB pop, solar, sexy e dançante. Aliás, tais atributos conversam diretamente com a nova fase da cantora e compositora capixaba, atualmente radicada em São Paulo. Com produção de Kassin, o disco chega nos aplicativos de música através da Altafonte e conta com as participações de Flaira Ferro, Illy e Victor Bessière. “Amanheci” é um sopro de esperança para nossos ouvidos e nossos corações com versos que transmitem força numa época necessária. 

Camadas de sintetizadores e percussão trazem uma sonoridade diferente do que Luíza vinha fazendo, para as dez composições autorais do disco, em que a artista transita por diferentes temáticas narrativas e ritmos musicais. "Durante a pandemia, me reconectei com o meu primeiro instrumento literalmente - o teclado que ganhei da minha mãe com 8 anos de idade. Isso me inspirou a estudar timbres de sintetizadores e comecei a criar projetos no Garage Band. Senti viva em mim a necessidade de apresentar uma faceta sonora e estética diferente dos meus trabalhos anteriores - mais pop, mais solar, mais sexy, mais dançante", conta Luíza. 

A artista, que já havia trabalhado com Kassin no EP “Terramar", o convidou novamente para produzir o novo trabalho com a proposta de que fosse basicamente com sintetizadores e percussão. Nessa pegada, Kassin convidou o percussionista e multi-instrumentista baiano Leonardo Reis para integrar o time.

Segundo a artista, "Amanheci" é “uma coleção de histórias sobre as diferentes dimensões da existência humana que me constituem: desde um storytelling sobre minha infância e meu presente à partir do olhar da minha mãe, à perspectiva de uma amiga grávida do seu primeiro filho; da dançante música sobre celebrar a volta de alguém amado da Bahia, ao misterioso ijexá sobre um amor camaleônico; de um rezo sobre aprender a ser a própria fortaleza interior, à lembrança de um amor inacabado; da coragem de bancar o desejo de encontrar um amor, ao amanhecer interno” resume Luíza.

“Uma vez ouvi de um professor que a hora mais escura do céu é exatamente aquela que antecede o nascer do sol. Isso me marcou, porque eu sinto que a alegria genuína chega depois de mergulhos internos profundos que nem sempre são muito agradáveis”, acredita Luíza. “Pensar que a cada novo amanhecer eu também posso amanhecer dentro de mim é algo que me dá esperança, especialmente neste momento em que o mundo parece um grande dia nublado. Por isso, senti que este disco deveria se chamar 'Amanheci'", revela Luíza. 

Kassin também ficou feliz com o resultado do álbum. "A Luíza tem uma quantidade de músicas muito grande e um talento como compositora que ficava faltando um álbum que a mostrasse como um todo. É um disco que mostra melhor quem ela é – como compositora, cantando, trazendo diferentes assuntos. Acho que chegamos na ideia que queríamos”, afirma.


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