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22/09/2021 às 22h21min - Atualizada em 22/09/2021 às 22h21min

Conclusão do IPM contra o policial Adonias Sadda tem prazo prorrogado

A informação é do presidente do Conselho de Disciplina da PM, Major Wemerson

Dema de Oliveira
Adonias Sadda já foi indiciado por homicídio duplamente qualificado na justiça comum - Foto: O PROGRESSO
 
Está chegando a dois meses que o médico Bruno Calaça foi executado com um tiro, pelo policial militar Adonias Sadda, sem ainda qualquer punição definida pela alta cúpula da Polícia Militar do Maranhão. O policial já foi indiciado pela justiça comum, por homicídio duplamente qualificado, e teve a prisão preventiva sustentada durante audiência de custódia. 

Ele ainda continua preso em uma cela no Quartel do 3º BPM, tendo em vista que para todos os efeitos, ainda é policial militar. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto pelo Conselho de Disciplina da PM-MA, para apurar responsabilidades do policial no caso. Imagens da câmera de segurança do local onde ocorreu o crime, um bar localizado na Avenida Beira Rio, mostram toda a ação do militar, que desferiu um tiro de pistola ponto 40 no jovem médico, que morreu sem tempo de socorro.

Entretanto, quando tudo se pensava que o Conselho de Disciplina, após todo esse tempo, viria com o desfecho final no caso, com o veredito, o que aconteceu é que o caso está longe de ser resolvido, porque o Conselho de Disciplina pediu mais prazo para a conclusão do IPM.

“Estamos realizando diligências, conforme as prescrições legais”, disse o Major Wemerson. 

O motivo do pedido de prorrogação do prazo para a conclusão do Inquérito Policial Militar (IPM), em desfavor de Adonias Sadda, não foi informado.

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