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22/09/2021 às 08h36min - Atualizada em 22/09/2021 às 08h36min

Homens vão a julgamento na Comarca de Lago da Pedra

Assessoria de Comunicação CGJ
foto/divulgação: ilustração

  
A juíza Cristina Leal Meireles, titular da 2ª Vara de Lago da Pedra, vai presidir duas sessões do Tribunal do Júri na unidade judicial, agendadas para quarta-feira (22) e quinta-feira (23). As sessões estão marcadas para o Salão do Júri do Fórum de Lago da Pedra e terão como réus Daniel Lustroso da Silva e João Douglas Lopes de Sousa. Daniel é acusado de ter executado a vítima Emília da Silva Novaes, a pedradas, e Douglas será julgado sob acusação de prática de crime de homicídio, que teve como vítima Manoel de Sousa Silva. Os dois réus encontram-se presos.
 

Sobre o primeiro julgamento, a denúncia relata que, na data de 13 de outubro de 2019, em uma estrada vicinal que dá acesso ao Povoado Estrela, localidade de Lagoa Grande, o acusado Daniel teria matado Emília Novaes a golpes de pedra. Conforme apurado pela polícia, Daniel estava ingerindo bebida alcoólica no Bar do Nem, quando teria avistado Emília saindo de casa e seguindo rumo à estrada vicinal. Em seguida, o denunciado teria pedido uma motocicleta emprestada e seguiu Emília. Quando a alcançou, ele ofereceu carona para a mulher.
 

A certa altura da estrada, ele desviou o trajeto, adentrando em outra via, momento em que teria executado a mulher a pedradas. Foi apurado, ainda, que Daniel retornou para o mesmo local e continuou a beber com os amigos, inclusive com o esposo da vítima que estava no bar. Alguns dias depois, quando o corpo de Emília foi encontrado, Daniel fugiu da cidade, junto com a esposa. Ao retornar para prestar depoimento, ele teria confessado o crime. Ele teria dito que a mulher queria ter um caso com ele e ameaçou destruir a vida dele.
 

No segundo júri, João Douglas Lopes de Sousa teria, em 8 de fevereiro de 2012, matado Manoel de Sousa Silva a golpes de facão. De acordo com testemunhas, Douglas teria tido uma discussão com um homem conhecido como Caçapa, irmão da vítima. Da mesma forma, afirmou que Caçapa só andava junto com a vítima e que, supostamente, teria ameaçado ‘pegar’ Douglas. Quando se encontraram, em frente a uma oficina de motos, Manoel e Douglas travaram luta corporal, até que a vítima foi atingida por golpes de facão. 
 

Ato contínuo, Douglas e o irmão fugiram utilizando uma motocicleta. O réu e seu irmão contaram à polícia que se sentiam constantemente ameaçados por Manoel e Caçapa. Atuarão nas sessões, além da magistrada, o promotor Crystian Gonzalez Boucinhas, na acusação, e os advogados Francisco Cordeiro Vieira Filho, que atuará na defesa de Daniel Lustroso, e Tayná Medeiros Pereira, que será a defensora de João Douglas.
 


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