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19/06/2021 às 00h00min - Atualizada em 19/06/2021 às 00h00min

É UMA AMANTE DA SABEDORIA


INTROITO:

- Da virtude. Da justiça e da humanidade.

(...) O talento forma-se na solidão; o caráter na sociedade.

Vamos aos fatos:

Para iniciar a contextualização desta troca de palavras, citando o seguinte pensamento:

Por jamais que faça de tudo para agradar os outros, sempre haverá alguém para falar que você não fez o suficiente!

Mas continue fazendo...

... O universo está vendo!!!

A Loja Firmeza e Humanidade Imperatrizense têm uma história e um legado por ser a primeira Ordem Maçônica instalada na terra da padroeira “Santa Teresa D´Avila”.

Sua fundação ocorreu no dia 05 de novembro de 1963, em homenagem à Loja Maçônica de Marabá, no estado do Pará.

A predestinação de vários profanos à época foi até aquele oriente da coirmã e lá se iniciaram e se elevaram aos antigos ministérios.

Daí começou sua história e suas atividades em prol da solidariedade humana em solo contemporâneo.

Tudo fitado nos Landmarks da maçonaria, que não é nada mais de outroras obrigações – como essência – “marco da terra”, ou seja, obedecer à sinalização de entrada e saída, para ajudar os homens a reforçar o seu caráter e palmilhar pela modéstia e simplicidade.

... Todo maçom deve ser um investigador da verdade em busca do conhecimento.

Neste 19 de junho de 2021, está sendo empossado mais um imperatrizense como novo venerável na pessoa do irmão JOSÉ DE RIBAMAR CUNHA FILHO.

- Filho do saudoso irmão José de Ribamar Cunha, um dos fundadores da primeira loja maçônica da cidade.  

Tendo seu primeiro dirigente (venerável) o inesquecível Renato Cortez Moreira.

O interessante de todo o sucedido que durante toda sua existência eleitoral, não houve oposição nos pleitos realizados.

Três irmãos maçons tiveram a felicidade de proclamar seus filhos biológicos para o exercício do cargo de Venerável Mestre da Loja Firmeza.

Primeiro: Raimundo Bandeira Barros elegeu seu filho, Antônio Carlos da Mota Bandeira;

Segundo: Carlos da Mota Bandeira elegeu seu filho, Dayan Bandeira;

Terceiro: José de Ribamar Cunha elegeu seu filho, José de Ribamar Cunha Filho.

Este prelúdio referencia-se substancialmente ao tamanho da grandeza do ente maçom com a compilação oficiosa de sua história remanescente.

O Venerável que sai

Aldir Amorim Jr. tinha de tudo para fazer uma administração mais saudável ainda, se não fosse a aparição da pandemia (vírus/covid), que forçou a paralisação de todo processo das atividades maçônicas.

Mas foi um aguerrido incessantemente, em atender os irmãos familiares e serviçais desta instituição meramente filantrópica, que precisaram de sua compartilhada ajuda.
Desafiando sua própria saúde. Seja louvado!

Venerável que entra

José de Ribamar Cunha Filho, por determinação antecipada do destino de ser venerável, com a percepção de um exemplar obreiro, assume o primeiro malhete desta oficina.

Com sua visualização e a expertise organizacional que remontam as fraternidades de obreiros locais; de se predispor, pela sua liderança e identidade maçônica, que vem caracterizar todo o espaço e o renascer de um novo tempo, enxertando à crença da vida contemplativa.

... Fraternidade igualdade e liberdade de pensamento como deveres fundamentais. Seu tão sonhado objetivo.

Herdando do velho mestre (pai), se apossou de seus ensinamentos, muito peculiar como conduzir em alto bordo seu “veleiro” com a tríade indicando o porto seguro para sua administração maçônica.

O que fez?

Indicando o ex-venerável na pessoa do irmão Manoel Marconi Marques, que além da sensação de bem-estar e de prazer quando se está estimulado com a doutrina da sublime ordem; em guiar o cargo de tesoureiro ao tornar-se consciente da compreensão pecuniária momentânea

Na sua visão, é que a maçonaria, diante de sua nominata, não é conectada a lucros, e sim no compartilhamento da irmandade simbólica da ordem, para juntos harmonizar a paz e respeito, consolidando sempre a fraternidade.

Ademais, são deveres e regras a serem comungados; caso a caso… o que interessa é assiduidade e comprometimento.

- Com esse olhar crítico e subjetivo de um mestre instalado e já sabatinado com a venerança. Asseverou.

O outro leme será conduzido, também, pelo ex-venerável Valeriano Jacques Júnior, como secretário, que está associado à figura da lua, enquanto o orador com a aparência do sol, para evitar as intempéries exercitadas; para compor o sublime trabalho com o próprio dissertar da luz do saber.

- Como escriba da loja: (...) pegue sua caneta para escrever como se fosse a lança de um guerreiro.

Por fim, parabenizar os componentes dos demais cargos por trazer no sangue a gratidão de servir com devoção o cargo que lhes foram confiados.

Esta é saudação que trago à nova diretoria; como pioneira oficina livre e secreta, para continuar sendo parte integrante da sociedade maçônica e civil, como norteadora de ações benfazejas.
 Sucesso!... Definimos como força, energização, Viva, Viva, Viva.

 Nelson Bandeira - Mestre Maçom
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BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

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