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08/05/2021 às 00h00min - Atualizada em 08/05/2021 às 00h00min

EU DESTRUO E QUEM CONSERTA?...

...A Caema está rasgando o ordinário asfalto que a cidade ainda tem; com o objetivo de reparação da rede de esgoto com problemas nas ruas da cidade. Tudo bem! ...
Depois, quem vai consertar? A prefeitura ou a Cia de Água e Saneamento do Estado?

Pela sua leitura institucional o fatode quem está remexendo, focada somente com o saneamento do abastecimento de água e esgoto sanitário. Unicamente.

Pelo andar da carruagem é previsível que boa coisa não irá se materializarem curto prazo. As providencias com o promover da restauração, em se tratando de poder público, tem que haver a submissão à vontade de alguém.

As ruas há muito tempo estão cheia de buracos; agora, aumentando mais;revisando o sistema de esgoto pelo órgão executante; mas, deixando o tapa-buraco para o outro consertar.

Esse é tipo de serviço quedeve ser compartilhado com quem direito e fazero endireitamento de imediato. A cidade não pode mais, suportar, prejuízos com danificação de veículos e poeira de toda sorte.

Com um, porém, além de se conviver com a peste da pandemia; ainda, para acabar de lascar, com a disseminação de buracos?Não dar!Quando faz-se orevestimento é uma verdadeiraborra de café.

A falta de saneamento básico é outra vertente; Imperatriz precisa investir em esgotamento sanitário, até porque, os despejos de resíduos, sem tratamento, é jogado nos leitos dos riachos da cidade, sem critério higiênico.

Esse linguajar é tão antigo, como o esgoto de Imperatriz, feito na época, pelo projeto cura.

Existe a ideia de que obra enterrada não dá voto e faltadisposição sanitária e asséptica dos governantes locais, para o tratamento do escoadoiro e limpeza urbana.

A salvação, inda, direciona-se aonegócio mais importante, como o empreendedorismo de certos empresários, que acreditam no progresso de Imperatriz.

Amostra do que está sendo referido: Uma fábrica de roupas intimasinstalada, numa das ruas que foi feita objetivandoo acesso,viatrabalho vicinal, ali, ao lado direito da Br 010, depois da Rodoviária, canto como uma oficina de motor diesel.

Tem que fazer ginástica para chegar lá; e para completar existe um terreno baldio que está sendo feito de lixeiro, como cartão de visita.

Pelo visto, nunca passou por aquelas imediações à infraestrutura e representantes municipais; mas, o proprietário, com certeza paga oICMS, ALVARÁ, ISS e, outrostributos, para funcionar.

Esbarra, simplesmente, na coragem de investimento, luta muito, para encontrar mercado para o produto oferecido poraquela empresa, sobrepondo aos obstáculos que inviabiliza, até a possibilidade de chegar até ela.

Por fim: (...) como toda ação tem o governo que merece... Paciência!

                                                                         Feliz Dia para todas as Mães!
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BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

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