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24/12/2020 às 00h00min - Atualizada em 24/12/2020 às 00h00min

Coluna do Illya


Fraldário
Durante entrevista, o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) avaliou que disputar o governo em 2022 com o governador Flávio Dino candidato ao Senado Federal além de ser (para ele) o melhor cenário, seria a certeza de deixar o Maranhão seguindo o rumo certo do progresso. 
Para A Coluna, além de açodada, porque dá como certa (sua) vitória (olha a frase: “seria a certeza de deixar o Maranhão seguindo o rumo certo do progresso”), a análise do vice-governador traduz o tamanho de sua força política. Nenhuma! 
Enquanto deputado, sem expressão, Brandão virou companheiro de chapa em 2014 por conta do tabuleiro montado para estruturar a coligação PCdoB-PSB-PDT e PSDB que deu amparo ao candidato FD. Desprovido de ambição e acomodado na gestão municipal, Madeira sequer ousou pensar em outro nome. Mesmo até porque ao PSDB era o que restava e alicerçado na condição de presidente da legenda, Brandão era, digamos assim, o quinhão da cota que cabia aos tucanos.
Ao elencar que o atual governo tem promovido uma série de melhorias na saúde, educação, infraestrutura, assim como avanços nos índices sociais, o que é uma verdade, Brandão mantém como sempre fez ao longo desses seis anos, seu estilo de bom suplente. É de bom alvitre, ressaltar, que na verdade sua afirmação de que FD teria uma vitória tranquila ao Senado Federal, Brandão mais que apontar para o companheiro ideal, deixa claro, precisar ser carregado na campanha. 
Não é à toa, que o governador vem aqui e ali, em todos os momentos, reforçando o discurso afirmando crer que sua base chegará à disputa, o termo é nosso, “pacificada”. Isto é: com um candidato único. Se não chegar assim e o senador Weverton Rocha (PDT) insistir em disputar, como dizemos aqui, por estas bandas, Carlos Brandão pode pegar o beco.
- Onde fica Colinas, mesmo?  

A propósito
O governador já afirmou que deixará o Palácio dos Leões em abril próximo. No atual cenário, poderá ser candidato ao Senado (para A Coluna é pule de 10). Há quem o veja ainda, como candidato a presidente ou até, à vice-presidente da República.

Barrados no baile 
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) negou o pedido do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reservas de vacinas contra a Covid-19. A instituição informou que a produção é destinada “integralmente” ao Ministério da Saúde. Segundo nota, a estratégia visa atender à demanda do Programa Nacional de Imunização (PNI). Não vingou o argumento de que a reserva das vacinas era “uma forma de contribuir com o país nesse momento tão crítico de nossa história”.

Burra preta
O Maranhão tem R$ 50 milhões reservados para a compra de vacinas. A afirmação é do secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula. Isso, caso seja necessária a compra por parte do Estado. Até aqui, a expectativa é de que o Plano Nacional de Imunização (PNI) – a cargo do governo federal, via Ministério da Saúde – seja cumprido. Se até o dia 15 de janeiro o GF não cumprir com sua parte, o MA vai fazer a sua. 

Café frio
Derrotado nas eleições onde buscava ser reeleito, o prefeito de Buriticupu José Gomes Rodrigues vai vivendo as amarguras de final de governo. Atendendo pedido do Ministério Público do Maranhão, a Justiça, leia-se, juiz Raphael Leite Guedes concedeu (segunda, 21), liminar para que seja cumprida uma Recomendação relativa à transição municipal e à suspensão de pagamentos de licitações suspeitas, indicadas pela equipe de transição e pela Controladoria Geral da União (CGU). A medida judicial é consequência de Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa, formulada pelo titular da 1ª Promotoria de Justiça de Buriticupu, Felipe Rotondo. Se descumprir a multa é de 50 mil reais/dia.

Em terras cariocas
O bispo já caiu. Quando vai cair o cavalo?
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ILLYA NATHASJE

ILLYA NATHASJE

ILLYA Ulianov Buby NATHASJE é publicitário e Diretor Comercial de O PROGRESSO.

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