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21/11/2020 às 00h00min - Atualizada em 21/11/2020 às 00h00min

UM NOVO MANDATO...


 
Para dar voz à esperança! A partir de 1º de janeiro de 2021, o parlamento imperatrizense foi renovado em 43% e 57% foram outra vez reconduzidos ao cargo de vereador.

Foi assim o pleito de 15 de novembro de 2020. O chefe do executivo foi reeleito para continuidade de mais um mandato. Assim, foi o desejo do eleitorado da cidade.

Não se pode recusar o reconhecimento de um direito democrático de um pleito eleitoral.

Esta eleição, também, serviu como despedidas de muitos da vida política partidária.

Já foram, já contribuíram, já deram suas contrições, agora, as cortinas serão abertas para outros pretendentes com mais vitalidade e com perspectivas de que traga o bem-estar para Imperatriz.

Todos os eleitos estão na obrigação de responder pelas ações próprias e/ou de outros.

O tributo vinculado ao comprometimento político de aprovado e reconduzidos, respalda algo como sentimento de quem vê como possível a realização daquilo que deseja em prol de sua cidade.

Seria de bom alvitre o executivo (principalmente) acompanhado dos legisladores municipais, rever tudo que foi prometido, se eleito, executar, porque o tempo urge de maneira veloz ao ponto de não ter resposta para o atraso.

A campanha tem uma conexão chamada de promessa, que pode ser igualada a um juramento, portanto, o eleitorado confiou plenamente em que tudo que foi proposto e que será cumprido.

É de bom grado, que tudo pode acontecer, menos mentir no conceito de obrigar-se, pois, é uma oposição ao que é verdade e traz conotação pejorativa para o governante.

Com o mandato a preste a encerrar referente ao exercício de 2020, anúncios de obras foram propaladas e não concluídas e, pelas suas extensões, não dá para concluí-las nesse desenredo final.

Exemplificando: o desassoreamento dos riachos, com retroescavadeira, exteriorizada pelo próprio mandatário, citando o córrego Bacuri com 11 KM de alongamento como prioridade.

Vamos esperar o futuro para desvendar tais promessas no deleite, ainda, no atual mandato.

Diante do exposto, a política é o cognome que se dá para a serventia do ser humano de criar rumo com o objetivo de organizar o modo de vida.

Como simbologia da esperança com algo que tem a ver com a organização, direção e administração dos benefícios comuns de uma sociedade.

Todavia, o fato visa mensurar a extensão da responsabilidade do governante diante das questões sociais impostas a ELE por conta do encargo político que assumiu para governar.

(“”) Liderar não é impor; mas despertar nos outros a vontade de fazer.

Arrematando o nosso pensamento, dizendo: O avanço ou decadência de um município, depende da distinção de seu governante.

Aristóteles: “A esperança é o sonho do homem acordado.”

Tchau, Eleição!
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BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

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