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06/12/2022 às 00h00min - Atualizada em 06/12/2022 às 00h00min

Bastidores

CORIOLANO FILHO

CORIOLANO FILHO

CORIOLANO Miranda Rocha FILHO, passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal.

Queda

O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou auditoria para examinar a atuação do setor público na garantia da cobertura vacinal (CV) recomendada da população e no apoio às atividades do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A principal constatação é que o PNI não tem atingido as coberturas vacinais recomendadas segundo o Calendário Nacional de Vacinação. Ao contrário, a auditoria verificou, de 2015 a 2021, e em todas as regiões do Brasil, queda em torno de 30% da CV de cada uma das cinco vacinas priorizadas no trabalho. As vacinas objeto do trabalho foram as destinadas a crianças de até um ano de idade ou de um ano completo, como a Pentavalente, Tríplice Viral, Pneumocócica, Meningococo C e Poliomielite. Uma das constatações da auditoria foi que o acompanhamento da situação vacinal das famílias e a busca ativa de faltosos não têm conseguido identificar não vacinados e pessoas com esquema incompleto e encaminhá-las para a vacinação de forma suficiente para garantir o alcance das metas. É necessário aperfeiçoar o fluxo de informação entre a identificação de atrasados e não vacinados e o serviço de vacinação para fortalecer o acompanhamento. Os motivos para a queda na cobertura das vacinas aplicadas são muitos, mas não há conhecimento sobre a parcela de contribuição de cada um deles, a exemplo de: deficiência no acompanhamento da situação vacinal, dificuldade de acesso aos serviços de vacinação, necessidade de maior coordenação das ações de comunicação para esclarecimento de crenças e percepções equivocadas acerca das vacinas, limitações da qualidade dos sistemas e dos dados do PNI e necessidade de atuação conjunta entre as principais intervenções públicas e níveis de governo.

Olha aí!

Em sessão realizada no sábado, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou a desaprovação das contas de campanha do deputado federal reeleito Josivaldo JP (PSD). A votação foi unânime, acompanhando o relator do processo, desembargador José Luiz Oliveira de Almeida. O parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) foi pela desaprovação das contas de JP. O MPE quer a devolução de recursos ao Fundo Eleitoral, alegando irregularidades na aplicação de R$ 515 mil na campanha do deputado imperatrizense.  

Pix

O pagamento instantâneo via Pix agora pode ser utilizado para a quitação de multas eleitorais diretamente nos cartórios eleitorais. Para isso, a eleitora ou o eleitor deve usar o celular para fazer a leitura do QR Code que será gerado no ato do atendimento. No Distrito Federal e no exterior, a novidade está disponível desde o dia 30 de novembro e, a partir de ontem, também passou a funcionar nos estabelecimentos da Justiça Eleitoral no Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins. A nova modalidade de pagamento in loco está sendo implementada de forma gradual e, até o dia 14 de dezembro, estará acessível nos cartórios eleitorais dos demais estados.

Ocupação 

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Polícia Rodoviária Federal (PRF) que tome providências para evitar que um posto desativado da corporação no Pará volte a ser ocupado por invasores e danificado. Desde o anúncio do resultado das eleições presidenciais, quando grupos passaram a promover atos antidemocráticos pelo país, o posto, localizado em Redenção, na BR-155, virou ponto de concentração de manifestações. O prédio está degradado e não possui nenhum mecanismo de segurança para evitar novas ocupações ilegais. O MPF recomendou que, em até 30 dias, a PRF cerque a área do posto com tapumes, para que o espaço não seja mais ocupado indevidamente e seja evitada uma maior degradação e garantida a segurança do local.

Suspender

A prefeita do Município de Timon, Dinair Veloso, recebeu recomendação da Promotoria para que não realize o show do cantor João Gomes, marcado para o dia 21 de dezembro. Entre os motivos alegados pelo promotor Sérgio Martins, estão a crise econômica, estado de emergência e a falta de dados claros sobre a situação da Covid-19 na cidade. Também destacou instrução do TCE sobre o pagamento de artistas com dinheiro público.
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