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26/11/2022 às 00h00min - Atualizada em 26/11/2022 às 00h00min

O TATU CAVADOR...

BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria


  
(...)
Esse mamífero é especialista em cavar buracos, usados como abrigo.

Mas não vamos falar propriamente deste animal não.

Embora preludiando o status deste bicho, para assemelhar-se ao fato que iremos contextualizar para este final de semana.

Então:  vamos conversar sobre a CAEMA...

A sua “retroescavadeira” intitulada como um verdadeiro tatu.

Senhores pensantes: o que esta empresa faz para corrigir vazamentos e entupimentos de redes de esgotos da cidade é caso simplesmente deplorável, não pela correção, mas pelo estrago que deixam as ruas da cidade.

O inverno está se aproximando. Inimigo imperdoável de prefeitos e outros dirigentes de órgãos públicos municipais e estaduais.

 

Veja bem:

Por último e pela décima quinta vez, mexe e remexe naquele pedaço de rua onde está localizada a feira do Mercadinho, para consertar o que não consertaram no espaço intermitentemente.

Não cabe no juízo de ninguém por mais leigo que seja, pela demanda de água servida e esgoto daquela área, colocar-se um cano de 100” para o devido esgotamento desse produto imprestável.

Aí... é brincar com a capacidade e a inteligência de seus correligionários!

Será se os acessórios usados, como canos, que fazem parte do processo manutenção, são feitos sem análise técnica?

Por que não se colocar em definitivo manilhas com capacidade de resolver o problema em definitivo? Cadê a engenharia da CAEMA?

Para ver isso!

Ou então, no planejamento desta empresa de economia mista; está inserido o termo – indispensável - no seu portfólio para fazer esse “retrabalho” … como metas a serem alcançadas.

“Necessidade de refazer os ditos serviços que não atendeu o padrão de qualidade que o contribuinte esperava”...

 

Exportando predicado!

À vista disso, no domingo passado, no trecho de rua da feira do Mercadinho, o consumidor passou por vexames muito grande em lidar com lama e poça d’água, deixadas pelo transtorno que a CAEMA deixou com seus péssimos serviços efetuados.

Um idoso passando por lá se desabou com o escorregão que o levou ao chão enlameado.

Cadê a fiscalização da Câmara de Vereadores? Ou não é trabalho dela? Se não for, peço desculpas.

Diz um dito popular que o número sete é conta de mentiroso e tantas outras expressões e provérbios nesse clímax.

Só que não é somente sete; são vinte e um eleitos para representar o povo; para fiscalizar denunciar as atividades públicas incompatível com à cidade; além do mais, cobrar o exercício do código de postura e o plano diretor de seu município. Cadê!

Se a propositura de conceito de legislar mudou... indulgencie-me pela “gafe” cometida.

Agora, o que chama mais atenção, é o desejo, ânsia de poder, do quero-quero da política partidária, que quase todos são pré-candidatos a PREFEITO… sem história da ação benfazeja.

A prefeitura vai ter outro tormento com bairros e ruas alagadas, buracos por tudo que é lado; esgotos entupidos, com este inverno que está prometendo ser chuvoso e impiedoso para a vida pública.

O jeito é esperar novamente o “Engenheiro Sol” chegar para corrigir os danos deixados pelas águas do corrente inverno.

Mas o mais interessante em relação à situação “caótica” é pelo ruim abastecimento de água potável, também, recebida gratuitamente pela distribuidora do bondoso Rio Tocantins e, mal entregue, aos seus usuários.

Por onde a CAEMA passa para corrigir vazamentos das vias públicas o “bagaço” fica à deriva...  quem vai consertar? Ninguém sabe... ninguém diz e ninguém cobra.

À população que se LASQUE!

Sempre digo: infelizmente, IMPERATRIZ, ainda, é uma cidade sem compromisso com o bem-estar-comum.

A esperança de que dias melhores virão...

 

                                                                          É só esperar!

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