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19/11/2022 às 00h00min - Atualizada em 19/11/2022 às 00h00min

FALA SÉRIO!...

BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

  
Não acredita: ... é usado quando não merece crédito ou não quer acreditar no que ouviu ou acabou de falar.

É um “coloquialismo” de linguagem popular.

Tema: apetrecho intempestivo:

Todos sabem como se encontra e está o lixeiro público da cidade, localizado à beira da Estrada do Arroz.

Uma imagem que causa repugnância e repelente a quem por lá transita.

Por consequência, o fluxo de veículo é muito grande passando para uma grande fábrica e outros municípios naquele eixo rodoviário.

Já que não vai sair dali tão cedo, por que não se faz um muro de arrimo? Para esconder ou tirar de vista aquela imoralidade.

Olha só essa!

Estória com cunho de neologismo - ouvido na feira do Mercadinho - o celeiro da literatura popular da cidade de Imperatriz.

Fato e/ou ficção!...

Que um gringo chegado das europas, fretou um táxi para visitar uma grande indústria naquela direção do lixão.

O motorista preparado com suas artimanhas ao transportar turistas ou homens de negócios, se mandou para lá.

Ao se deparar com o dito cujo lixão, oalienígena” perguntou para o taxista: que aves pretas são aquelas em grande quantidade?

O condutor, passado na casca do alho, disse: são “perus pretos selvagens” ...

Ah! Aqui se faz criação desse tipo de aves? E o abate? O consumo é grande? Pelo visto: o tiro saiu pela culatra!

Respondido pelo visitante estrangeiro!

Esses animalejos ainda estão muito magros; são migratórios, viajam muito... resposta do chofer do veículo alugado.

Quanto aos feirantes, são uns verdadeiros bucha de canhão; pejorativo com seus – lero-leros e estórias - de tendência popular e provincianas.

Você já pensou que se a humanidade recorresse para esse animal preto como alternativa alimentar?

Tudo que Deus faz é perfeito – os urubus têm um sistema imunológico altamente desenvolvido, com anticorpos que os protegem de bactérias como as do botulismo (veneno puro) de cólera e da salmonela.

Mas, como existe intestino para todo gosto... dizem que na Indonésia têm o costume de comer uma iguaria nada comum: guisado de urubu... vosmicê comeria, não... agora, com picanha e cunhão de boi... nunca!

É difícil afirmar que isso seja verdade. Mas!...

Vamos a biografia do “peru preto selvagem” ...
Nome científico: Coragyps ou apitã;
Peso: 1,2 – 1,9 kg;
Comprimento: 56 – 74 cm;
Expectativa de vida: 10 anos (na natureza);
Largura das asas: 1,3 – 1,7 m;
Números de ovo: 1 – 3;
Esses infestados da informalidade (feirantes) que acreditam no bem bom da futura “bolsa-picanha adicionada com bago de boi” e uma cervejinha ‘devassa” a partir de janeiro de 2023!!!! [Promise of nine finger] ...

No espaço ou no tempo, esses filhos de burro e égua; pensam que os irmãos camaradas são iguais a ELESanalfabetos e sem senso do ridículo – de que os patrícios não conhecem o animal chamado de vulture (urubu) na dicção deles.

Como aqui na terrinha do Procópio; é mensurada de diferença, diversidade, pluralidade e variedades das mais diversas matizes... tudo é capaz de assemelhar com o tamanho da heterogeneidade de cada oportunista.

Para arrematar a contextualização: a gente passa e ouve; embora com inclinação para o imaginário ou o irreal...  faz com que se termine com o sucedido, como disse, um certo pensador.

... “O ser humano se alimenta da desgraça de sua própria espécie”.

                                                          Deus, tenha piedade de nós.

 
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