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09/09/2020 às 00h00min - Atualizada em 09/09/2020 às 00h00min

Agrishow Experience acontece entre os dias 14 e 18 de setembro

 

O agronegócio brasileiro terá a oportunidade de participar de uma semana inovadora preparada especialmente para atender as demandas do produtor e da cadeia produtiva. A Agrishow Experience será promovida de maneira totalmente virtual e acontecerá entre os dias 14 e 18 de setembro.


Durante cinco dias, a Agrishow Experience proporcionará uma experiência digital que reunirá em um mesmo ambiente: conteúdo, networking e possibilidade de negócios. A programação terá temas específicos por dia e incluirá uma série de webinars ao vivo, entrevistas, dicas de produtores rurais e outros conteúdos que serão ministrados por renomados especialistas do agro.

Além disso, a plataforma intuitiva oferece produtos e serviços para o agricultor, provenientes de marcas expositoras, contribuindo assim para a geração de negócios.

Produtores rurais de todo o país
A expectativa da Agrishow Experience é atrair um público qualificado, formado não apenas pelos visitantes da feira presencial, mas de produtores rurais de todo o Brasil, uma vez que um dos grandes diferenciais das ações digitais é eliminar toda e qualquer distância física.

Ainda sobre a temática diária, a segunda-feira, dia 14, será dedicada às máquinas, implementos e insumos; no dia 15, o foco estará nas energias renováveis e agricultura digital; dia 16 abordará tecnologia e inovação no agro; dia 17 será voltado à irrigação e, por fim, no dia 18, conectividade e cooperativismo. 

A Agrishow é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. A feira é organizada pela Informa Markets, principal promotora de feiras de negócios no Brasil e no mundo.

Programa levará tecnologias 4.0 para o agronegócio
Os Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Economia (ME) e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lançaram dia 3, quinta-feira, o edital do programa Agro 4.0, que recebe inscrições até o dia 26 de setembro. Serão investidos R$ 4,8 milhões em 14 projetos pilotos de adoção e de difusão de tecnologias 4.0.

O objetivo do programa é promover, por meio destas tecnologias, o aumento de eficiência e de produtividade, e redução de custos no agronegócio brasileiro. O edital, na modalidade concurso, é voltado a empresas usuárias de tecnologias 4.0 do setor produtivo, especialmente, produtores rurais e agroindústrias, que irão realizar a adoção de tecnologias 4.0 em suas unidades, fazendas ou plantas. Estas empresas poderão submeter propostas de projetos em parceria com demais Instituições.

O secretário-adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Inovação do Mapa, Pedro Correa Neto, destaca que a agricultura digital é uma das prioridades de inovação para o Mapa e o Programa Agro 4.0 é um dos grandes promotores de difusão de tecnologia no ecossistema do agro. “Ações como essa fortalecem a rede de inovação no agronegócio brasileiro, conectando soluções desde os produtores rurais até as startups, incrementando as ações por meio de conectividade, internet das coisas, aprendizagem virtual, blockchain e inteligência artificial”, diz.

”Essa iniciativa visa estimular o ambiente de inovação digital no agronegócio por meio de soluções práticas e aplicadas às cadeias de valor nos segmentos dentro e fora da porteira, como também em ecossistema de cadeias produtivas. Estamos alavancando o futuro do agronegócio com soluções digitais”, avalia o diretor do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária do Mapa, Cleber Soares.

“O Programa Agro 4.0 irá possibilitar e gerar uma maior disseminação de tecnologias digitais no agronegócio, com foco em aumento de eficiência, produtividade e redução de custos junto a produtores e indústrias” explicou Igor Calvet, presidente da ABDI.

Temáticas
Ao todo, o edital contempla quatro categorias, relacionadas à cadeia produtiva do agronegócio, incluindo empresas dos setores primário, secundário e terciário. Para cada categoria, foram identificadas temáticas de aplicação, às quais os projetos deverão estar alinhados: (i) segmento de insumos (fertilizantes, defensivos, rações, máquinas e equipamentos); (ii) segmento primário (agricultura, pecuária, pesca, aquicultura); (iii) segmento secundário (fabricação de produtos alimentícios); e (iv) integração de segmentos, incluindo segmento terciário (integração de elos da cadeia - abrangendo serviços de tecnologia da informação e comunicação, logística, entre outros).

A premiação varia de R$ 300 mil para até quatro projetos nas categorias 1, 2 e 3; a R$ 600 mil para até dois projetos na categoria 4. Os projetos selecionados serão conhecidos ainda em 2020 e terão, a partir da divulgação, um prazo de sete meses para a execução e outros 12 meses para o monitoramento dos resultados.

Previamente ao lançamento do edital, foi realizada uma consulta pública com ampla participação dos setores relacionados ao agronegócio e mais de 80% dos contribuintes manifestaram interesse em participar do edital.

Plano Nacional de IoT
Regulamentado em 2019, o Plano Nacional de Internet das Coisas – IoT tem o objetivo de implantar a Internet das Coisas como ferramenta de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira. Para a definição das estratégias do Plano, o BNDES sugeriu quatro verticais de aplicação de IoT: indústria, saúde, rural e cidades. Para cada vertical, foi criada uma Câmara. A Câmara Agro 4.0, liderada pelo Mapa e pelo MCTI, tem como objetivo promover ações de expansão da internet no campo e a aquisição de tecnologias e serviços inovadores no ambiente rural. O Programa Agro 4.0 da ABDI foi listado, na última reunião, como uma das iniciativas acompanhadas pela Câmara.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, destaca a importante missão de levar conectividade ao campo, aliada às novas tecnologias. “O Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT.Br) é estratégico para a inovação e competitividade do Brasil em setores como o agronegócio, saúde, indústria, turismo e cidades inteligentes, que foram as áreas definidas como prioridades pelo MCTI no âmbito do Plano. Dentro do agronegócio, as aplicações da Internet das Coisas e outras tecnologias 4.0 vão desde a coleta de dados para a melhoria do solo até a aplicação precisa de defensivos, por exemplo”. (Ministério da Agricultura, com informações da ABDI).

Sujeira na praia
Estive no fim de semana em Imperatriz e fui com familiares até a Praia de Sumaúma (MA), ou Ribamar Fiquene, para quem preferir assim. Apesar de este ano a prefeitura municipal não ter montada a tradicional estrutura de veraneio, por causa da pandemia da covidalgumas famílias e amigos aproveitaram o sábado e domingo levando suas bebidas e alimentos para curtir a bela praia no Rio Tocantins. Não vi muita gente. Não vi, pelo menos no domingo, muita aglomeração. Ficamos em uma área mais isolada e fomos em um barco da família.O lamentável é que constatei muita sujeira tanto na rampa que dá acesso ao rio (em Sumaúma) como na praia. Sacos de lixo se rasgando e os detritos de alimentos, garrafas plásticas e latinhas de cerveja e de refrigerante com o destino programado para o local que não deveriam ir: o rio Tocantins. Na praia, que tem água limpa e é bonita, algumas pessoas que não tiveram educação de berço, jogaram latinhas e garrafas vazias de água mineral, além de embalagens de produtos industrializados, em um determinado ponto, parecendo um “lixão” de cidade desorganizada. Alguns desavisados, jogaram latinhas de cerveja ou de refrigerante no próprio rio.

Seria interessante que alguém da prefeitura de Sumaúma visitasse a praia e orientasse as pessoas sobre o cuidado com o meio ambiente. E para evitar que a sujeira se acumule por lá, uma equipe do Serviço de Limpeza Urbana poderia dar uma passada pela praia e recolher o lixo deixado por gente sem educação. É tão fácil colocar o lixo em sacos plásticos e trazer de volta e colocá-los em locais adequados para serem recolhidos pelos competentes garis. Respeite a natureza. Quando for à praia com sua família, traga o lixo de volta. O meio ambiente agradece. (Mecânica Comunicação – SP)

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