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23/10/2021 às 00h00min - Atualizada em 23/10/2021 às 00h00min

Bastidores

Reforço

Cerca de 95% dos Municípios brasileiros já estão aplicando a dose de reforço em idosos e profissionais de saúde. Os que ainda não deram início, quase todos já estão organizados para começar essa imunização. Os dados constam da 29ª edição da pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que ouviu 1.855 gestores municipais entre os dias 18 e 21 de outubro. A pesquisa também aponta que um em cada quatro Municípios ficou sem imunizantes nesta semana. Desses, 67,4% informaram que foi impactada a aplicação da primeira dose, sendo a Pfizer a principal vacina em falta. Destaca-se que apenas esse imunizante pode ser aplicado em adolescentes entre 12 e 17 anos no Brasil, faixa etária que está sendo vacinada em quase 100% dos Municípios. Apenas 3,8% vacinam pessoas entre 18 e 24 anos. Já para a aplicação da segunda dose, relatada por 43,8% dos respondentes que alegaram insuficiência de imunizantes, a vacina Astrazeneca foi a que mais faltou nos postos de saúde, sendo apontada por 91,3% dos gestores que responderam essa questão.

Óbitos

Uma notícia boa foi apontada na pesquisa desta semana: 1.429 Municípios, ou 77% dos respondentes, não registraram óbitos pela doença. Apenas 5,1% registraram aumento; 9% estabilidade e 7,4% queda. Em relação aos novos casos, 539 (29,1%) não tiveram registros de Covid-19 nesta semana. Em 27,2% houve estabilidade nos números, em 23,9% diminuição; e 18,7% aumento. Sobre a variante Delta, 17,9% dos gestores alegaram que já houve registro da cepa no Município e 78,2% afirmaram que não. O número de internações pela doença também mostra um cenário positivo: 1.160 (62,5%) não registraram pacientes pela doença. Outros 14,9% apresentaram queda; 13,8% estabilidade; e 6,6% aumento. Diante desse contexto, 31,2% dos Municípios respondentes fecharam leitos de UTI destinados ao tratamento da doença nos últimos 60 dias. Já 52,9% afirmaram que não houve fechamentos. 

Antigo

Com a chuva que começou na noite de quinta-feira e só terminou por volta das 13h de ontem, as ruas de Imperatriz se transformaram em verdadeiros riachos. O problema “inundou” as redes sociais, como se fosse uma novidade. Todo ano, entra prefeito e sai prefeito, o drama é o mesmo. É verdade que isso não acontece somente em Imperatriz. Há exemplos no país inteiro, como São Luís, Belém, São Paulo, Rio de Janeiro… O que se lamenta é não ver nenhuma luz no fim do túnel com a possibilidade de haver um esforço no sentido de, pelo menos, começar a buscar uma saída para a resolução de tão grave problema. Até quando?

Olha aí!

Momento de constrangimento na inauguração do Shopping da Cidade, na tarde de ontem. O senador Roberto Rocha se recusou a participar do descerramento da placa porque não foi colocado o seu nome na mesma. Rocha foi chamado para o ato várias vezes, mas continuou distante. O presidente da Codevasf que avisou que ele não iria. A obra foi construída com recursos da Codevasf, viabilizados por Roberto Rocha. Que vergonha!     

Anulação 

“Dia 22: data em que predominou a verdade. A operação espetaculosa que promoveram contra minha família e eu, foi considerada pelo TJ como arbitrária e ilegal. Anulada! Prevaleceu a Justiça!”. A afirmação foi feita pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) após decisão do desembargador Bayma Araújo, que anulou as buscas da operação realizada contra ele. 

Ele disse

- “Eu quero saber o que o procurador vai falar sobre tratamento precoce, sobre imunização de rebanho, sobre a nítida vontade de não comprar vacina, do governo, mesmo sendo oferecida… O procurador vai ter que ser mágico para justificar isso e não imputar pena a ninguém. Vai ter que ser mágico. Eu não creio que nenhum procurador, seja o doutor Aras, seja quem for, vai ter argumentos para escrever uma lauda justificando essa ignorância com que foi encaminhada a pandemia no Brasil”. Do presidente da CPI da Covid, senador  Omar Aziz (PSD-AM), sobre o relatório final da Comissão. 
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CORIOLANO FILHO

CORIOLANO FILHO

CORIOLANO Miranda Rocha FILHO, passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal.

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