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11/09/2021 às 00h00min - Atualizada em 11/09/2021 às 00h00min

Escolarização da Constituição

   
Por que salientei este vocativo?

Escolarização da Constituição? ...

Tem-se assistido ouvido discutido quanto à interpretação de certos artigos e alíneas constitucionais da carta magna do país.

Procedimentos, estes, que entra em confronto, com:  o executivo legislativo e judiciário.

Quem deveria sanar elucidar aclarar esses contrapontos, seria os entes superiores do (STF), por via das dúvidas; mas, os intérpretes estão deixando interrogações no ar. 

A imprensa por sua vez passa a criticar duramente; atritando quanto ao dessaber interpretativos das rebordosas confrontações...

-  que tem causado uma hesitação judiciária sem dimensões.

A instituição (STF) é meritória e indiscutível; o problema está nos togados que faz à composição da corte que analisa e julga à causa em evidência; tingida pelos interesses das entrelinhas da política brasileira. 

É preciso que o ministério de educação introduza, urgentemente, na escola, como disciplina de ensino a (escolarização da constituição).

Agregando a publicidade e regras que determinem a responsabilidade do professor/escola em relação ao aluno, como instrução.

- a educação é um direito de todos;
- é dever do estado;
- é dever da família;
- e deve ser fomentada pela sociedade.

Antever o artigo 205 da Constituição Federal de 1988 contemplando tudo isso.

O aluno do ensino fundamental e básico tem que fazer esse exercício em sala de aula e/ou em forma narrativa ou discursiva sobre a Constituição Federal.

Para que o futuro não fique à margem do desconhecimento.

É notório que a informática tem seus benefícios e acomodações parasitárias quanto ao dissertar; usando rede de conexões na linha “on-line”.   

O aprendiz prefere acessar o conteúdo, indo buscar na internet a ferramenta como:

(Ctrl>c+Ctrl>v), ou seja, copiar o que foi incapaz de produzir e desenvolver suas capacidades intelectuais absolvidas...como recurso salvador.

Aliás, as faculdades estão cheias dessas sagacidades que nodoa qualquer diploma... a dificuldade em escrever, narrar o fato e defender à causa com sapiência e notoriedade... é uma saia justa,

Com raras exceções...

A interpretação é um termo evasivo, tanto podendo referir-se a metodologia quanto ao seu resultado.

- Ler é importante, aprender é essencial, mas saber interpretar é fundamental.

(...) A má interpretação é aleijar um pensamento.

Não quero que o tempo volte..., mas para relembrar...

Existiam campanhas contra o analfabetismo – o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL), era um módulo estimulador disso...

Acabou! Sumiu!

Sem a inexistência de outro programa que ensejasse melhorar o estudo de quem não sabe ler e escrever e que vive com a cegueira como lição de vida.

Agora! Tirar o título eleitoral de analfabeto ou não, é obrigatório. Até concordo como documento... votar Não...

Vêm de encontro à liberdade de expressão...

Por isso,

Faz-se necessário que a escola insira como grade curricular à leitura discursiva dos artigos de nossa Constituição, para que o corpo discente não fique analfabeto, também, quanto ao seu direito.

Objetivando que os alunos e futuros profissionais não se forme sem saber interpretar a constituição de seu país.

Resumindo:

É para frente que se anda, é para cima que se olha e é lutando que se conquista.

A trilogia:

Executivo, Legislativo e Judiciário, os seus agentes, têm que voltar a escola, para aprender interpretar, pelo imbróglio que está acontecendo.

O que se ver é uma insatisfação do mal-entendido da sociedade sobre a interpretação do direito individual e constitucional do cidadão. Tristemente!
Cuidar quanto a tempo é sempre menor que o custo do reparo.

                                                                          Até breve...
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BANDEIRA NETO

BANDEIRA NETO

Nelson BANDEIRA NETO é cronista e funcionário do SESI-Serviço Social da Indústria

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