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04/09/2021 às 00h00min - Atualizada em 04/09/2021 às 00h00min

Bastidores

Lixões

Várias instituições assinaram um Termo de Cooperação Técnica com ações voltadas para lixões no Maranhão. O presidente do TCE-MA, conselheiro Washington Oliveira, disse que “construímos um consenso em torno da melhor forma de atuar sobre a questão dos lixões. O resultado é o Termo de Cooperação Técnica que ora assinamos, envolvendo 20 instituições para conjugar esforços visando à implementação de programas e ações interinstitucionais para a educação e fiscalização da Política Nacional de Resíduos Sólidos nos entes fiscalizados TCE”. O documento visa assegurar, ainda, os princípios da Lei n.º 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, especialmente o seu art. 9º, que estabelece ordem de prioridade para a gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, a disposição final ambientalmente adequada, a inclusão social dos catadores e catadoras de resíduos e a transparência do serviço de limpeza pública. A partir de agora, todas as entidades que assinaram o Termo, de forma conjunta, poderão propor, planejar e acompanhar os programas e as ações pactuados, com fixação de metas, visando à correta aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O Termo institui ainda um Comitê de Trabalho interinstitucional que ficará responsável pela criação de um Plano de Trabalho e pelo acompanhamento e gerenciamento dos programas e metas estipulados, visando garantir a correta execução dos termos do acordo.

Unidade

Durante uma solenidade na cidade de Pinheiro, o governador Flávio Dino (PSB) teve uma conversa de pé-de-ouvido com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT), pré-candidatos a governador. É o esforço que o governador vem fazendo para tentar unir os dois, para que o grupo dispute as eleições com apenas um candidato ao Palácio dos Leões. Tarefa nada fácil, porque nenhum quer abrir.

E...

O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, se filiou ao PT com a intenção de disputar o governo. Só que o ex-presidente Lula, quando esteve em São Luís, deixou claro que o partido não terá candidato próprio no Maranhão. Com isso, Camarão está sendo uma alternativa para compor uma chapa. Como em nível nacional o PT não tem ligação com o PSDB, o mais provável seria o secretário ser vice de Weverton, cujo partido, o PDT, é próximo da legenda petista. Caso não seja vice, Camarão será candidato a deputado federal. 

Pesado 

Não é de se desprezar a liderança política do deputado federal Josimar de Maranhãozinho. Como espécie de azarão, ele que já foi mais próximo do governador Flávio Dino do que é hoje, vem há muito tempo construindo bases no Maranhão. Contaria hoje com o apoio de cerca de 50 prefeitos. Seria por isso que se especula que ele já estaria propenso a lutar pelos Leões. Segundo uma fonte, recentemente o deputado conseguiu o controle da Funasa do Maranhão, uma máquina de votos, o que significa sua afinidade com o Governo Bolsonaro. 

De olho

Justiça Eleitoral atenta: certo que a legislação eleitoral se mostra flexível quanto ao que se convencionou chamar de pré-campanha, contudo não se pode abusar da sorte fazendo campanha fora de época. A linha é bem tênue, mas não custa nada observar as regras do código eleitoral quanto ao que é ou não permitido. Os pré-candidatos a governador já com os blocos nas ruas, já começaram a sentir o olhar atento da Justiça Eleitoral.

Ex-assessor

No início desta semana o ex-prefeito Sebastião Madeira deixou a assessoria do senador Roberto Rocha, seu amigo de longas datas. Explicou suas razões, entre elas o desejo de permanecer no PSDB, seu primeiro e único partido. Segundo uma fonte, não houve ruídos. O senador, que ainda não decidiu se será candidato na próxima eleição, compreendeu e desejou sorte ao amigo. Uma despedida republicana.

Por onde andam?

Alguns ex-vices-prefeitos de Imperatriz não conseguiram dar continuidade à carreira política. Casos de Gessé Gonçalves (Jomar Fernandes), Luiz Carlos Noleto (Ildon Marques) e Jean Carlo (Madeira). Noleto ainda se candidatou a deputado federal, não se elegeu e abandonou de vez a política. Gessé também não quis mais saber de política, dedicando-se somente à educação, hoje em Açailândia. Gean também não disputou mais mandato. Já Luiz Carlos Porto (vice no segundo mandato de Madeira) é que continua ativo na vida pública, atualmente no comando da Secretaria de Estado Extraordinária da Região Tocantina.
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CORIOLANO FILHO

CORIOLANO FILHO

CORIOLANO Miranda Rocha FILHO, passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal.

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