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04/08/2021 às 00h00min - Atualizada em 04/08/2021 às 00h00min

Bastidores

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O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, desembargador Joaquim Figueiredo, se solidarizou com a manifestação feita por todos os ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde a Constituição Federal de 1988, além do atual presidente, ministro Luís Roberto Barroso, e dos futuros presidentes, ministro Edson Fachin e Alexandre de Moraes, reforçando a segurança do processo eletrônico de votação brasileiro. Conforme destacaram no documento, “eleições livres, seguras e limpas são da essência da democracia. No Brasil, o Congresso Nacional, por meio de legislação própria, e o TSE, como organizador das eleições, conseguiram eliminar um passado de fraudes eleitorais que marcaram a história do Brasil, no Império e na República”. Acrescentam que, desde 1996, quando houve a implantação do sistema de votação eletrônica, jamais se documentou qualquer episódio de fraude nas eleições. Nesse período, o TSE já foi presidido por 15 ministros do Supremo Tribunal Federal. Ao longo dos seus 25 anos de existência, a urna eletrônica passou por sucessivos processos de modernização e aprimoramento, contando com diversas camadas de segurança. O documento lembra que as urnas eletrônicas são auditáveis em todas as etapas do processo, antes, durante e depois das eleições. Todos os passos, da elaboração do programa à divulgação dos resultados, podem ser acompanhados pelos partidos políticos, Procuradoria-Geral da República, Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Federal, universidades e outros que são especialmente convidados. É importante observar, ainda, que as urnas eletrônicas não entram em rede e não são passíveis de acesso remoto, por não estarem conectadas à internet. Em relação ao voto impresso, os ministros e ex-ministros concordam que este não é um mecanismo adequado de auditoria a se somar aos já existentes por ser menos seguro do que o voto eletrônico, em razão dos riscos decorrentes da manipulação humana e da quebra de sigilo.

União - I

“… Agora nós temos quatro pré-candidatos ao governo. Legítimo o pleito de cada um. Mas novamente eu quero aqui pregar a união. União pelo bem do Maranhão. Por isso, eu e o governador Flávio Dino estamos conversando com todos os pré-candidatos, dialogando, avançando, para que a gente possa não dividir essa casa”. A declaração é do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), lembrando que em 2010 a oposição se dividiu e Roseana Sarney ganhou. 

União – II

Carlos Brandão é pré-candidato à sucessão de Flávio Dino e prega a união, mas só que em torno do nome dele. Se for a favor de outro, será se concordaria? E será se Weverton Rocha aceitaria abrir mão para apoiar Brandão? Se aceitar, o vice-governador conseguiria o que tanto almeja, ser o único do grupo na sucessão estadual. Mas o jogo não é fácil…

E…

Além de Carlos Brandão e Weverton Rocha, o grupo dinista tem como pretensos candidatos ao governo o deputado federal licenciado e atual secretário de Estado da Indústria e Comércio, Simplício Araújo (Solidariedade), e o deputado federal Josimar do Maranhãozinho (PL).

Recursos

No site da Câmara dos Deputados há os nomes das prefeituras do Maranhão que vão receber recursos do Orçamento 2021, a partir de 99 emendas. Serão destinados R$ 187 milhões. A maior parte dos recursos vai para Saúde (R$ 142,5 milhões com 72 emendas), Codevasf (R$ 14,5 milhões com 7 emendas) e Economia (R$ 14,4 milhões com 7 emendas). Na lista não há o nome de Imperatriz. Mas há, ainda, recursos sem nomes dos municípios. São 44 emendas, que somam R$ 140.559.161. Do deputado JP são 4 emendas: Desenvolvimento Integral na Primeira Infância - R$ 250.000; Desenvolvimento Integral na Primeira Infância - R$ 250.000; Transferências Especiais - R$ 1.909.993; Transferências Especiais - R$ 4.460.000.
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CORIOLANO FILHO

CORIOLANO FILHO

CORIOLANO Miranda Rocha FILHO, passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal.

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