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13/07/2021 às 00h00min - Atualizada em 13/07/2021 às 00h00min

Fora da Pauta

Inaugurações

A administração municipal prepara para o dia do aniversário de Imperatriz a inauguração do Shopping Popular, que está em fase final de conclusão e foi construído com recursos oriundos da Codevasf, por atuação do senador Roberto Rocha. O Shopping Popular vai abrigar os vendedores ambulantes, que estão espalhados pela cidade e que já foram devidamente cadastrados pelo município.

Embate

Uma disputa no meio evangélico já está prevista para a campanha do ano que vem. A busca pelos votos dos crentes dos dois candidatos, Josivaldo JP e o pastor José Cavalcante. Os dois serão candidatos a deputado federal. O primeiro está no mandato e o segundo é deputado estadual. Portanto, não há privilégios nesta corrida e quem vai levar a melhor será o trabalho que os dois fizerem no exercício dos seus cargos.

Melhor

Neste quesito, Josivaldo vai levando vantagem, pois está usando bem o mandato tampão, percorrendo os municípios e levando benefícios aos municípios, enquanto Cavalcante fica apenas usando o cargo de presidente da convenção da Assembleia de Deus, COMADESMA, o que já desagrada aos próprios evangélicos e precisa trabalho.

Evangélicos

Os dois candidatos têm uma base para buscar votos e com isso levam pequena vantagem sobre os outros candidatos, mas terão que também buscar votos dos que não são crentes, e aí e que a coisa pega, pois a melhor campanha é aquela em que o candidato tem o que mostrar o que fez. 

Quem sabe

“Sou magistrado há 30 anos. Presidi minha primeira eleição em 1992, na Comarca de Rosário. Voto manual, quase uma semana de apuração: sufoco, impugnações, reclamações, até o resultado. Em 1996, era juiz em Imperatriz, foi a primeira eleição com a urna eletrônica e foi uma mudança da água para o vinho: desapareceram as reclamações, as confusões típicas da apuração e o resultado saiu em poucas horas. O mesmo aconteceu em 1998, ainda em Imperatriz, e depois em 2012, quando já em São Luís, presidia a 92ª zona eleitoral. Portanto, quando vejo os ataques à urna eletrônica de alguém que construiu a sua carreira política praticamente toda com esse sistema, só posso entender como tentativa de construir uma narrativa para romper com o estado democrático ou justificar uma futura derrota eleitoral”. Declaração de quem viveu as duas formas de campanha, juiz Gervásio Protásio dos santos.

Demissões

Antes de tudo é preciso dizer que nenhum gestor (em especial na administração pública) deseja fazer isso. É um “tipo” de remédio amargo. Demitir é ruim. Demissão traz prejuízos. Desempregar é mais maléfico ainda, na administração pública. Onde o principal capital do político são as pessoas. Mas dependendo da situação, é como dor de barriga, é necessário tomar pílula-contra. Repito, nenhum político gosta de tomar decisões antipopulares. Só o faz quando de extrema necessidade. É preciso se colocar no lugar do outro para “compreender” a ação tomada. Sobre a demissão de 200 servidores em comissão da prefeitura do Brejão, assinada pela nova prefeita Edinalva Brandão.

Caos

Não é segredo que a economia brasileira vive um “caos”. O valor do dinheiro diminuiu. O poder de compra do salário-mínimo está muito defasado. Nesse cenário, ficar desempregado é pior ainda. Um “desastre” para quem perde o emprego, e um peso a mais no caos econômico. Mas, acredite. Na pior das situações, ainda é possível tirar algo positivo

Limite

Neste caso em particular, ainda existe o viés da lei: há um limite de gastos, há um teto de despesas. Nenhum gestor público pode usar o dinheiro público da maneira que quer, mas como a lei determina
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WILLIAN MARINHO

WILLIAN MARINHO

WILLIAN MARINHO é colunista de política em O Progresso

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