Desafio

Veja se dá para entender: o governador Flávio Dino demonstra preocupação com a situação financeira do estado, inclusive chegando a aumentar impostos, e agora se oferece ao governo federal para ajudar na conclusão das creches com obras paradas no estado. Ele já encaminhou ofício ao novo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrigues, oferecendo apoio financeiro. Ele sabe que dificilmente o governo federal vai aceitar essa “bondade”. Na verdade, é mais uma estratégia sua na busca por holofotes para projetar seu nome nacionalmente visando as eleições de 2022, pois sonha em ser o candidato da esquerda ao Palácio do Planalto. Deverão ser os quatro assim, com Dino lançando desafios e fazendo críticas ao governo federal.

E...

A propósito, veja o que diz o governador maranhense, mirando o Palácio do Planalto: - A produção em série de conflitos pode ser apenas diversionismo para livre trânsito da pauta econômica. Mas também pode visar condições para ruptura do contrato social, jogando a Nação em uma hobbesiana guerra de todos contra todos, que seria vencida pelos “mais fortes”.

Amarante

O presidente Jair Bolsonaro decidiu que a atribuição de identificar, delimitar e demarcar terras indígenas no País é, agora, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), comandado pela líder ruralista Teresa Cristina, do DEM. A decisão pode ser um alívio para ruralistas de Amarante no Maranhão. É que há anos vem se arrastando uma proposta de ampliação da Terra Indígena Governador. Com a ampliação, mais de 70% da área do município ficariam para os índios, com muitos fazendeiros perdendo suas propriedades, provocando sérias consequências para a economia de Amarante. Eles esperam que, com a nova política do governo, a proposta seja barrada.

Oito

Faltando ainda um ano e meio para as convenções, em Imperatriz vários nomes já são especulados como pré-candidatos a prefeito.  Além do prefeito Assis Ramos, naturalmente candidato à reeleição, estão sendo citados o deputado estadual eleito Rildo Amaral; o presidente da Câmara Municipal, vereador José Carlos Soares; o empresário Richardson Lima; o deputado estadual reeleito Marco Aurélio; o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto; o empresário Ribinha Cunha e o presidente do time do Cavalo de Aço, Adauto Carvalho. É possível que ainda ainda este ano apareçam outros nomes, como o da juíza aposentada Graça Carvalho e do jornalista Edmilson Sanches. Quanto mais candidatos, melhor para o prefeito.

Ele disse

“A cadeira da Presidência é maior do que o Presidente”. Do ex-presidente da República, José Sarney.

Impasse

Com a redução de 50% do número de contratados e de 30% de comissionados, o governo do Tocantins implantou a jornada de trabalho de 8 horas dos servidores. Mas o Sindicato dos Servidores Públicos exige a redução da jornada para 6 horas. No ano passado o expediente foi reduzido de maio a dezembro, e segundo o Sisepe a medida gerou economia com custeio de mais de R$ 16 milhões. Porém, o governo alega que o retorno da jornada de 8 horas “é imprescindível para que a população tenha acesso aos serviços públicos oferecidos pelo Estado e tenha condições de ser atendida dentro de sua necessidade, além de melhorar a qualidade da arrecadação”.